Parabéns ao Estadão, conseguiu passar uma vergonha acachapante

O Estadão, com sua militância cada vez mais crescente, usou recentemente a imagem de Yasmin, estudante de 8 anos do primário em Brasília, a fim de tentar erigir um novo e revitalizado #EleNão, só que agora vindo da ala infantil do manicômio dos lacradores. Todavia, o tiro saiu pela culatra ― mais uma vez.
Na ocasião da Páscoa, após a apresentação das crianças, o presidente passou brincando com cada uma delas, e, ao perguntar a algumas meninas se eram palmeirenses, Yasmin balançou a cabeça negativamente. Isso bastou para o caça lacração, também conhecido como “jornalistas abutres”, começassem o festival de parcialismo e histeria em busca de cliques e curtidas. A mídia ― em especial o Estadão ― afirmou que Yasmin teria se negado a cumprimentar o Presidente ― deixando a entender que seria por motivos políticos. Em poucos minutos quase todos os grandes jornais do país replicaram a “notícia”. Já havia “militontos” da esquerda fazendo dela em novo símbolo da “resistência” ao fascismo. A doença política em seu mais alto estágio.

 

Todavia, não demorou muito e o real caso veio à tona, a menina não só não tinha se recusado a cumprimentar o Presidente por motivos políticos, como o seu pai era do Team Bolso. A recusa era simplesmente porque ela era flamenguista, e não palmeirense como em tom de brincadeira Bolsonaro tentava inferir às crianças. O citado jornal até tentou consertar a gafe faraônica, mas pouco tirou da mancha militante encrustada em seu tipo de jornalismo de arquibancada ― adotado com maior radicalidade após a eleição do atual Presidente.

Na ânsia de atacar Bolsonaro, novamente a mídia tomou uma invertida colossal e humilhante. Ontem, pela manhã, o Presidente recebeu a garota em seu escritório de serviço, junto aos seus pais, e fez mais uma vez a mídia patinar em seu próprio vômito ativista. Aquilo que era para ser inicialemente um vexame ao governo, se tornou propaganda pró-Bolsonaro.

 

Enquanto as redações continuarem sendo antros de militantes (de direita ou esquerda) e caverna de ativistas políticos, os fatos continuarão sendo distorcidos, mentiras continuarão a ser contadas com ares de verdade. Venderão credibilidade e entregarão parcialidade, ofertarão notícia, mas entregarão propaganda ideológica. O pior inimigo do jornalismo brasileiro é, paradoxalmente, os jornalistas (militantes).

As posições expressas em artigos por nossos colunistas, revelam, a priori, as suas próprias crenças e opiniões; e não necessariamente as opiniões e crenças do Burke Instituto Conservador. Para conhecer as nossas opiniões se atente aos editoriais e vídeos institucionais

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