Conservadorismo e política: Como? Por quê? Para quê?
Conservadorismo e política

Conservadorismo e política: Como? Por quê? Para quê?

Conservadorismo e política: Como? Por quê? Para quê?

Conservadorismo e política: Como? Por quê? Para quê? Vamos responder esses três questionamentos de forma rápida, sucinta e esclarecedora para que fique claro para você o que é conservadorismo, e porquê ele é a melhor resposta para esta sociedade caída.

Entender o que é ser conservador[1] e sua relação com a política é fundamental, para isso, devemos pesquisar estudar e investir nossos esforços. Estamos cansados de colher os frutos do trabalho de maus governos, frutos esses que corrompem e destroem a sociedade.

O resultado de anos de políticas esquerdistas e assistencialistas, é corrupção e a péssima educação, praticamente nenhuma segurança e um povo “doente”. O conservadorismo na política é a melhor maneira de construir um governo forte e uma sociedade saudável.

Conservadorismo e política: Como?

O conservadorismo funciona como uma disposição, uma disposição em conservar, ser preservador daquilo que é perene e belo. Como conservamos? Conservamos mantendo em pé o que aprendemos com os nossos antepassados, preferindo o testado ao não testado, a realidade ao invés da utopia, o crescimento orgânico saudável ao invés do revolucionário e doentio.

O conservadorismo leva para política a disposição de preservar e manter os acertos de nossos antepassados, podemos olhar para políticas passadas que foram adotadas e observar quais deram certas e quais não foram eficazes. Se nossos antepassados políticos tomaram as atitudes corretas, por que não as preservar? Se erraram em suas decisões ou optaram por revolucionar, trazendo pânico, morte e caos, por que não aprender com seus erros?

Conservadorismo e política: Por quê?

Porque conservadorismo é a única maneira de observar, aprender e agir sabiamente diante de um cenário social caótico. Não buscando voltar a viver no passado, ficar estacionado no presente ou muito menos mudar drasticamente pensando tão somente no futuro; conservadorismo não é alto preso ao tempo, mas é algo comprometido com a realidade[2].

O conservadorismo fornece para a política a percepção da realidade, não se faz boa política com utopias e muito menos com programas assistencialistas. A boa política se faz observando a realidade – possível e impossível. Não podemos misturar fantasia e política, isso já se mostrou um desastre nas revoluções e implantações de sociedades socialistas[3]

Conservadorismo: Para quê?

Para o conservadorismo contribuir com o crescimento em sociedade, de forma orgânica e saudável, não trazendo calamidades como as ideologias revolucionárias fazem, para não cair no erro dos imobilistas e reacionários, que assim como os revolucionários encontram-se presos ao tempo. O conservadorismo se posiciona entre as amarras do tempo e não se deixar enganar pelas políticas fantasiosas.

O conservadorismo contribui com a política de forma atemporal, não reduz sua visão de mundo em uma só direção. Os esquerdistas revolucionários desejam destruir todas as instituições, família, igreja e pátria, a fim de instaurar o mundo novo; já os imobilistas não querem nenhum progresso, desejam parar o crescimento com medo do desconhecido; por último os reacionários, esses desejam que o passado reine no presente, algo impossível, visto que um homem adulto jamais pode voltar a usar suas roupas de infância.

Conservadorismo e política: Conclusão.

Conservadorismo e política é algo que se misturam, não podemos deixar que as ideologias utópicas, exemplo: socialismo, comunismo, feminismo.  Tomem o poder e governem somente para minorias sacrificando a maioria. A disposição conservadora impugna responsabilidade no individuo dentro de seu lar, comunidade e sociedade, não buscando fazer política para minorias, mas para todos, respeitando a individualidade de cada pessoa sem passar por cima da liberdade de ninguém.

Como? Por quê? Para quê? O conservadorismo responde essas três perguntas de forma realista e incisiva, não propondo nenhuma fantasia de mundo perfeito, mas de um mundo real que pode ser melhorado com a preservação dos valores naturais intrínsecos no homem, sem estar preso ao tempo, mas livre para transformar o passado em presente, o presente em realidade e o futuro em possibilidade, para que os malês que procedem do coração do homem sejam contidos e amenizados, caso o mesmo resolva agir de maneira cruel e tirânica.

 

Referências:

[1] Professor Tiago Rossi, explica de forma simples e rápida o que é conservadorismo, assista o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=615gTRTqp-g

[2] Alex Catharino uma das grandes mentes do conservadorismo brasileiro, aponta muito bem essa relação do conservadorismo com o tempo. Faça sua inscrição gratuita em www.meuclubeconservador.com e saiba mais.

[3] Professor Aramis C. DeBarros, em seu curso “Os Movimentos Revolucionários e a Guerra Contra Família”. Aponta para aqueles que tentaram implantar sociedades revolucionárias e trouxeram grandes calamidades para sociedade, principalmente para as famílias. Saiba mais em www.burkeinstituto.com

 

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As posições expressas em artigos por nossos colunistas, revelam, a priori, as suas próprias crenças e opiniões; e não necessariamente as opiniões e crenças do Burke Instituto Conservador. Para conhecer as nossas opiniões se atente aos editoriais e vídeos institucionais

Wesley Felipe

Wesley Felipe

Wesley Felipe dos Santos, é um dos fundadores do Burke Instituto Conservador. Casado com Larissa Marazzio. É bacharel em teologia pelo Cetevap (Centro Estudos Teológicos Vale Paraíba) e covalidado pela Faterj, coordenador de cursos do Ministério Ler, membro do Templo Batista Bíblico de São José dos Campos –SP.

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