MINISTRA DAMARES ALVES NA REUNIÃO PRÓ-BRASIL: a verdadeira vocação.

Desde o dia 22 de maio, choveram comentários na “isentofera” e na “lacrolândia” condenando a Ministra Damares Alves [Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos] sobre a sua fala na reunião Pró-Brasil. O mais engraçado, é que não se deram ao trabalho de ouvir a fala dela na íntegra. Para quem quiser assistir antes de ler esse texto, é só adiantar o vídeo até o momento 1h09min20segs. A Ministra abordou:

1. A questão indígena;

2. O nascimento de crianças nos quilombos;

3. A necessidade de revisão de políticas públicas;

4. A ausência de dados concretos nos governos anteriores;

5. A existência de ucranianos e ciganos em massa;

6. Seringueiros;

7. Necessidade de atendimento de crianças e idosos em abrigos no Brasil;

8. VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES;

9. Violação de direitos e garantias fundamentais por parte de alguns Governadores e Prefeitos.

Eu aprecio gastar tempo escrevendo em defesa de uma Ministra mulher, pois acredito que é saudável em uma democracia, ter mulheres vocacionadas para exercer determinadas funções – sobretudo, aquelas que envolvem outras mulheres, crianças, idosos, bem como qualquer grupo de risco. O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos é muito transparente em suas ações, conduz seus trabalhos com bases econômicas, e está presente nos vários requerimentos sociais. Coisa que nunca vimos antes!

Isso vai bem na contramão do movimento feminista, que se diz a favor da mulher, mas condena políticas públicas de refreamento á gravidez na adolescência [assim como outras tantas incoerências que podemos listar em outro momento]. É impressionante. A fala tratou sobre a situação de diferentes grupos de risco existente na República Federativa do Brasil, e vemos gente “enchendo a boca” para condenar a Ministra! E o motivo? Porque ela faz uso dos mecanismos constitucionais disponíveis e reais para qualquer personagem que esteja no âmbito da administração pública!

Vemos gente colocando palavras que não foram ditas. Acusações de que a Ministra de Estado vai mandar prender sem provas. Esses mesmos agitadores, nunca leram a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, muito menos conhecem os princípios da administração pública que devem ser cumpridos de forma polida. Qualquer negligência por parte do gestor, que venha a ferir direitos fundamentais, ou que represente uma má administração dos recursos públicos, deve sim, ser passível de punição.

Ou os[as] senhores[as] querem que Prefeitos e Governadores que cometem crimes contra a Constituição e o interesse público, continuem governando livremente? Se for, avisem, porque isso está longe de ser discordância política, estando mais para complacência com o erro, e anseio pela desgraça.

Na fala, a Ministra cita que o Brasil é um país plural. Meus caros, a fala foi digna de aplausos! Uma mulher, confrontando vários Ministros a respeito dos seus respectivos papéis, e tratando sobre problemas reais que existem no Brasil! Foi isso que qualquer pessoa, seja Doutor ou leigo, vai notar na fala. E o que falar do MMFDH? Um Ministério preocupado em se reunir com gestoras municipais de políticas para as mulheres, que está orientando organizações religiosas e da sociedade civil sobre atendimento à população em situação de rua, que está engajamento em dar efetividade às políticas públicas no Brasil! É isso que temos e é sobre isso que os ingratos reclamam e tecem falsas acusações. Só quem é massa de manobra, ou quem nunca precisou de um programa de assistência social, cairá nas falácias que a militância do ódio propaga. O termo “socialista de iphone” nunca fez tanto sentido: pessoas que levantam “bandeiras sociais” e gastam tempo desqualificando profissionais como a Ministra Damares Alves. Dão as costas para os que, verdadeiramente, trabalham em prol das mulheres, do órfão, da viúva, do indígena, do quilombola, do idoso…e assim por diante.

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As posições expressas em artigos por nossos colunistas, revelam, a priori, as suas próprias crenças e opiniões; e não necessariamente as opiniões e crenças do Burke Instituto Conservador. Para conhecer as nossas opiniões se atente aos editoriais e vídeos institucionais

Bárbara Alice

Bárbara Alice

Bacharela em Direito. Pós-graduanda em Gestão, Governança e Serviço Público [PUCRS]. Membro do Instituto Brasileiro de Direito e Religião [IBDR]. Tutora do primeiro curso livre de Direito Religioso do Brasil. Palestrante.

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